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Das Políticas Públicas de Prevenção no Combate à Violência Intrafamiliar Praticada Contra a Criança e o Adolescente

  • Valéria Silva Galdino
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Resumo:

 A criança e o adolescente são, por excelência, seres vulneráveis, em decorrência de que estão passando por constantes transformações físicas, psíquicas e sexuais. Além disso, a infância e a adolescência têm necessidades especiais, tanto materiais quanto de afeto, compreensão e orientação sexual, exigindo que os pais exerçam a parentalidade de forma responsável. Uma das formas mais reprováveis de desrespeito aos direitos infantojuvenis é a prática de violência intrafamiliar, que pode ser classificada em física, sexual, psíquica, bem como abandono ou negligência. Diante do quadro da violência no Brasil, faz-se necessário implementar políticas públicas de prevenção, as quais podem ser aplicadas em três níveis: primário, secundário e terciário. O primário envolve esforços no sentido de impedir que a violência aconteça, sobretudo por meio de programas educacionais. A prevenção secundária destina-se às famílias nas quais é verificada a presença de fatores de risco para a prática do abuso. Já o terciário diz respeito às políticas que visam diminuir as consequências provocadas pelos episódios de violência. Contudo, para que tais programas sejam efetivos, é indispensável a atuação de uma equipe interdisciplinar, bem como um esforço conjunto entre União, Estados e Municípios, em parceria com a iniciativa privada e com a sociedade civil, evitando, assim, a reprodução ininterrupta desse reprovável padrão de comportamento nas futuras gerações.

 

O artigo na íntegra pode ser lido no link abaixo.

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